Flaviana Granzotto

Gloria

Digamos Adeus a uma de nós: Flaviana Granzotto. E nada melhor do que parodiar o poeta Carlos Drummond de Andrade para confirmar que "amar o perdido deixa confundido este coração".
Que ela viva entre nós, com sua força inegável (até os 87 anos trabalhava como psicoterapeuta atendendo pacientes que a procuravam de todos os cantos. Para mim sempre foi uma referencia de humildade, sabedoria e força. 

  
Abraços consternados, Gloria Kirinus e Polo Freinet do Paraná


Enquanto a perplexidade por causa da partida repentina (não estava doente e a vi no domingo da Páscoa com tanta vitalidade...)da mestre, orientadora e amiga faz pouso no meu ser, não atinei a ritualizar a despedida.Essas flores em nosso nome frenetiano deixaram um pouco de cada educador brasileiro.

 

Certamente, nós do Paraná organizaremos (já conversei com a Graça sobre esta possibilidade)uma presença na misa do sétimo dia. Esta despedida da querida Flaviana mobiliza e comove. Não seremos mais as mesmas. A sabedoría construída no pensamento vivo e numa práxis ampla, ampliada até os deslimites do possível não se reconstitui facilmente.Ela corresponde a esse saber que brota natural porque existe uma fonte generosa. Tento aqui rememorar nossas últimas conversas, alinhavadas sempre com poesia (10 de dezembro 2008 e domingo de Páscoa 2009)


FlavianaVidéo You-tube

 

http://www.youtube.com/watch?v=qbFeZDHJr0g parte 1
http://www.youtube.com/watch?v=fTLCskBMh2w parte 2
http://www.youtube.com/watch?v=sPc7PaZ5kPA parte 3
http://www.youtube.com/watch?v=H5Q-w7noYMg parte 4
http://www.youtube.com/profile?user=eduardoqmendes&view=videos

Gloria 30.06.2009


 

►Flaviana, no portal de sua casa, em Camboriu, dava bom dia, boa tarde, boa noite para as flores e folhagens. Sombra e sol que acompanharam nossas conversas, todas infinitas como o mistério da vida e da morte. Enquanto isso, a eternidade com sua cara de esperança registrava imagens e palavras 

 
Flaviana, en la entrada de su casa, em Camboriu, decía buenos días, buenas tardas, buenas noches, a las flores y ("follajes" ?). Sombra y sol que acompañaron nuestros diálogos, todos infinitos como el misterio de la vida y la muerte.Mientras tanto, la eternidad, con su cara de esperanza registraba imagenes y palabras.

Gloria 2/07/2009

 

last modified 02-07-2009 13:43
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